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terça, 30 janeiro 2018 12:37

GSK lidera ranking de farmacêuticas mais comprometidas no combate à RAM

A Fundação Access to Medicine acaba de publicar o primeiro relatório sobre o papel desempenhado pela indústria farmacêutica na prevenção e controlo de infeções e resistência aos antimicrobianos (RAM) e a GlaxoSmithKline (GSK) foi considerada a empresa mais ativa e comprometida, entre um total de 30 companhias analisadas.

“As empresas foram analisadas com base em diferentes critérios: a pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos antibióticos, a preocupação em encorajar um uso consciente dos antibióticos existentes e as medidas implementadas para reduzir a libertação de antimicrobianos para o ambiente. A GSK foi a companhia melhor avaliada, com um total de 69 pontos num total de 80 possíveis”, referiu a farmacêutica em comunicado.

“Este relatório faz uma análise importante relativamente ao contributo da indústria farmacêutica na resposta ao problema global de saúde pública da RAM. Ficamos satisfeitos pelo nosso esforço estar a ser reconhecido, no entanto, isso não nos retira do foco de procurar contribuir decisivamente para a resolução da situação. É necessário que a sociedade se una para enfrentar e dar uma resposta efetiva a esta ameaça”, referiu o presidente de Global Affairs da GSK, Phil Thomson, citado na nota emitida.

A Organização Mundial de Saúde considera a RAM uma emergência global de saúde, que ameaça seriamente o progresso da medicina moderna, pois número de mortes causadas por bactérias multirresistentes, infeções contraídas em hospitais e estirpes de pneumonia, tuberculose, gonorreia e outras doenças infeciosas, resistentes aos antibióticos atuais, continua a aumentar em todo o mundo.

“Se não fizermos um uso adequado e racional dos antibióticos, estamos a dar oportunidade às bactérias de se adaptarem e criarem defesas, o que vai tornar mais difícil o seu combate no futuro. A indústria farmacêutica tem um papel decisivo na resposta a este problema. Precisamos acelerar a investigação e o desenvolvimento de novos antibióticos e garantir que, quando chegam ao mercado, são usados de forma consciente e responsável”, explica o diretor executivo da Fundação Access to Medicine, Jayasree K. Iyer.

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