O auditório do Hospital de Santo André (HSA), em Leiria, esteve lotado com profissionais de saúde, elementos do Grupo Coordenador Local do Programa de Prevenção e Controlo de Infeções e Resistência aos Antimicrobianos do CHL, do ACES Pinhal Litoral e do ACES Oeste Norte, bem como profissionais do serviço de Segurança e Saúde no Trabalho.
Tipos de tuberculose, vias de transmissão, sintomas mais evidentes, tuberculose ativa e tuberculose latente, e vigilância dos profissionais de saúde, foram os temas abordados na sessão clínica. Raquel Bessa esclareceu ainda as dúvidas de alguns profissionais, nomeadamente na área da prevenção da doença.
“Esta sessão clínica foi de uma riqueza extraordinária e deixou-nos três grandes mensagens: a primeira, a importância de um diagnóstico precoce. A tuberculose é uma doença que deve ser tratada rapidamente, e para isso é muito relevante os médicos estarem alerta para os sintomas que os doentes apresentam, independentemente de pertencerem ou não a grupos de risco”, refere a vogal do Conselho de Administração do CHL, Alexandra Borges.
“A segunda ideia que a professora Raquel Bessa salientou é que se trabalharmos todos em conjunto, doentes incluídos, esta é uma doença que se pode prevenir, e há meios rápidos para a sua deteção. Por fim, em terceiro lugar, alertou-nos para a importância da vigilância das populações de risco, onde se incluem os profissionais de saúde, avaliando sistematicamente o risco de acordo com o serviço ou o posto de trabalho”, conclui Alexandra Borges.
O diretor do Serviço de Pneumologia do CHL, Salvato Feijó, explica que a sessão clínica “teve um impacto positivo e clarificador em questões fundamentais que todos os profissionais de saúde enfrentam no seu quotidiano”.







