De acordo com os dados do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias / Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP), foi responsável por 8.190 episódios de internamento hospitalar e custos diretos na ordem dos 240 milhões de euros.
Embora o diagnóstico seja feito através de um exame simples e barato – a espirometria – a DPOC continua a ser uma doença subdiagnosticada. Desta forma, a FPP alerta para a necessidade de avaliação funcional respiratória através desse exame, a todos os fumadores, mesmo aos que tenham menos de 40 anos, bem como a todos os doentes respiratórios crónicos sintomáticos.
Atualmente, a abordagem terapêutica assenta em três pilares, sendo eles a interrupção do hábito de fumar, medicação dirigida, onde se inclui a vacinação antigripal e antipneumocócica, e a reabilitação respiratória.
A FPP propõe às autoridades da Saúde que apostam no desenvolvimento das seguintes medidas: criação de uma rede nacional de espirometria, acesso gratuito à vacina antipneumocócica e fomentação de uma rede nacional de reabilitação respiratória.







