A sessão, intitulada “Onde estamos e para onde queremos ir na gestão da DPOC em Portugal”, contou com a presença de vários especialistas, doentes e agentes da indústria farmacêutica que se dedicaram à discussão do tema em causa.
Nos últimos anos, Portugal conseguiu avançar muito no que diz respeito à gestão da DPOC, contudo ainda há muito por fazer. Estima-se que existam 800 mil pessoas em Portugal com aquela que é já a sétima principal causa de morte no nosso país, com uma taxa de subdiagnóstico na ordem dos 86%.
De acordo com os especialistas, para inverter esta tendência é fundamental apostar em três pilares estratégicos: a prevenção, através do investimento na cessação tabágica; o diagnóstico precoce, com promoção do conhecimento dos sinais de alerta e um aumento da realização de espirometrias; e a gestão integral da doença, através de medicação, educação do doente e reabilitação respiratória.
Ao longo do debate, os vários participantes sublinharam a importância da terapêutica farmacológica e o seu impacto na gestão desta patologia.
“Acordar com falta de ar é um sentimento muito comum nos doentes de DPOC e só quem experiência essa sensação sabe a aflição que causa. Nessas situações, o que os doentes mais desejam é um medicamento que os alivie", comentou a vice-presidente da RESPIRA, Isabel Saraiva.
O objetivo da GSK, ao realizar esta iniciativa, passa por fomentar debate acerca dos principais desafios clínicos, sociais e económicos na gestão da DPOC, mas também sobre as medidas necessárias para alterar o curso atual da doença no nosso país.







