“A situação é calma, estável e a afluência é inferior, em termos de números de casos de gripe, à do ano passado”, disse o presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, Paulo Morgado, citado pela agência Lusa.
De acordo com o responsável, no Algarve o pico da gripe costuma surgir mais tarde do que em outras regiões devido às condições climatéricas mais favoráveis. No entanto, Paulo Morgado não descarta a possibilidade de que a afluência possa aumentar “nos próximos dias” e que o pico da gripe na região ocorra “na terceira ou quarta semana” de janeiro.
Apesar de ainda não ter sido ativado qualquer plano de contingência, o presidente da ARS do Algarve garante que todas as unidades de saúde da região estão preparadas para responder a um eventual aumento da afluência de utentes.
Caso se justifique serão tomadas medidas nesse sentido, sendo que, no caso das urgências hospitalares, serão criados circuitos especiais para o acesso e tratamento de doentes e abertas camas adicionais, em função da afluência.
Note-se que o controlo é feito pela ARS/Algarve, em articulação com o Departamento de Saúde Pública e Planeamento, os três Agrupamentos de Centros de Saúde (Barlavento, Central e Sotavento) e o Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA).







